Otite é a inflamação dos ouvidos. Vamos falar da otite externa, que é a mais comum e conhecida por quase todos os proprietários de cães. Resumidamente, as otites dos cães podem ser inflamatórias, bacterianas, fúngicas ou causadas por ácaro, que são muito comuns em filhotes e ocorre transmissão direta para outros cães. Normalmente são primárias (pele dos ouvidos mais sensível ou proliferação da própria flora bacteriana ou fúngica desses ouvidos – ambas estão relacionadas com a predisposição do próprio animal) ou secundárias a algum agente agressor, como por exemplo, a água em excesso ou a alguma doença pré-existente, como por exemplo, a dermatite alérgica.
O diagnóstico pode ser firmado através de exames laboratoriais das secreções coletadas pelo médico veterinário.
Normalmente, o tratamento é um pouco trabalhoso e longo, mas se os animais obedecerem aos donos e deixarem ser manipulados, tudo se torna mais fácil – se baseia em limpeza dos condutos auditivos e colocação de medicação tópica por um período longo, e auxílio com medicações sistêmicas, quando o clínico veterinário julgar necessário.
Agora o mais importante – o que fazer para prevenir o aparecimento dessas otites? Bom, a prevenção é super importante principalmente nos animais predispostos, pois a recidiva dessas otites pode fazer com que o quadro se torne crônico e de difícil controle, e, portanto, devemos proceder da seguinte forma: manter limpezas frequentes dos ouvidos com produtos apropriados e com orientação médica, evitar que entre água nos condutos, não deixar as orelhas molhadas ou úmidas após uma chuva, por exemplo, não deixar excesso de pêlos nos ouvidos, o que faz deixar a região abafada e suscetível à doença, e principalmente, observarem sempre a região dos ouvidos procurando ‘vermelhidão’ ou excesso de secreção e/ou qualquer sinal de otite, que pode ser prurido (coceira) em excesso, chacoalhar da cabeça exacerbadamente, lesões (feridas) de pele próximas das orelhas, e, em casos mais graves, perda de apetite e apatia.
Cabe lembrar, que, mesmo procedendo corretamente de forma preventiva, alguns animais podem apresentar otite, mas de uma forma mais branda, pois o proprietário atento e participante na rotina desses animais sempre percebe algo diferente logo nos estágios iniciais da doença.
E para finalizar, uma dica – sempre manipulem bastante seus animais quando filhotes (mexer nas orelhas, limpar os ouvidos, segurar patas e rabo, abrir a boca, colocar a mão no comedouro enquanto ele se alimenta,...), pois assim vocês conseguem o respeito como proprietários, e fazem o que quiserem para o bem deles, como, neste caso, conseguir tratar um ouvido por mais de duas semanas, caso contrário, será um caos, além de não obtermos um bom resultado final.
O diagnóstico pode ser firmado através de exames laboratoriais das secreções coletadas pelo médico veterinário.
Normalmente, o tratamento é um pouco trabalhoso e longo, mas se os animais obedecerem aos donos e deixarem ser manipulados, tudo se torna mais fácil – se baseia em limpeza dos condutos auditivos e colocação de medicação tópica por um período longo, e auxílio com medicações sistêmicas, quando o clínico veterinário julgar necessário.
Agora o mais importante – o que fazer para prevenir o aparecimento dessas otites? Bom, a prevenção é super importante principalmente nos animais predispostos, pois a recidiva dessas otites pode fazer com que o quadro se torne crônico e de difícil controle, e, portanto, devemos proceder da seguinte forma: manter limpezas frequentes dos ouvidos com produtos apropriados e com orientação médica, evitar que entre água nos condutos, não deixar as orelhas molhadas ou úmidas após uma chuva, por exemplo, não deixar excesso de pêlos nos ouvidos, o que faz deixar a região abafada e suscetível à doença, e principalmente, observarem sempre a região dos ouvidos procurando ‘vermelhidão’ ou excesso de secreção e/ou qualquer sinal de otite, que pode ser prurido (coceira) em excesso, chacoalhar da cabeça exacerbadamente, lesões (feridas) de pele próximas das orelhas, e, em casos mais graves, perda de apetite e apatia.
Cabe lembrar, que, mesmo procedendo corretamente de forma preventiva, alguns animais podem apresentar otite, mas de uma forma mais branda, pois o proprietário atento e participante na rotina desses animais sempre percebe algo diferente logo nos estágios iniciais da doença.
E para finalizar, uma dica – sempre manipulem bastante seus animais quando filhotes (mexer nas orelhas, limpar os ouvidos, segurar patas e rabo, abrir a boca, colocar a mão no comedouro enquanto ele se alimenta,...), pois assim vocês conseguem o respeito como proprietários, e fazem o que quiserem para o bem deles, como, neste caso, conseguir tratar um ouvido por mais de duas semanas, caso contrário, será um caos, além de não obtermos um bom resultado final.